
Normalmente com um faturamento a partir de R$ 5.000,00, é mais vantajoso ter um CNPJ. No entanto, vários fatores precisam ser considerados ao tomar essa decisão. Por exemplo, é importante buscar informações junto à prefeitura sobre como se regularizar e quais as taxas aplicadas.
Há vantagens e desvantagens em ser autônomo. Por exemplo, o autônomo deve recolher mensalmente o Imposto de Renda (IR) sobre os serviços prestados à pessoa física, através do Carnê Leão. O valor do IR segue a tabela progressiva de acordo com a renda, variando de 15% a 27,5%. Por outro lado, a empresa que contrata os serviços de um profissional autônomo é responsável por recolher o IR e fornecer um informe de rendimentos no início do ano, possibilitando o preenchimento da Declaração de Ajuste Anual pelo trabalhador.
Quanto ao INSS, é importante lembrar que o autônomo precisa estar inscrito na Previdência Social e recolher mensalmente a contribuição do INSS para garantir benefícios como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, entre outros. O valor da contribuição pode ser de 11% sobre o salário mínimo, chegando ao máximo de 20%.
Uma das vantagens é a possibilidade de deduzir despesas decorrentes da prestação de serviços, como contas de aluguel, energia elétrica, telefone, água, internet e outras. Nesse contexto, quem trabalha em casa pode deduzir até um quinto das despesas residenciais no imposto de renda. Para isso, é necessário manter o Livro Caixa atualizado para que essas despesas possam ser lançadas no Carnê Leão (no caso de prestação de serviço para pessoa física) ou no momento de preencher a Declaração de Ajuste Anual (para quem recebe apenas de pessoa jurídica).
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